sábado, 13 de dezembro de 2014

Aquela fracção de segundo,
entre inercia e a extasie.
Momento convalescente entre a nascimento e a morte.

A esflurescência do amanhecer,

o sol, o vento, a chuva forte.
O terpidar de emoções entre o ranger das portas.
As largas melenas ao vento soltas.
As desmedidas medidas.

Para encher alegrias dos corações sorrindo.

Fabulosas alegrias pé ante pé,
Pelas horas alheias percorrendo os pensamentos.
Alegorizando os dias,
 
para construir rumos e liberar ventos de paz.
A chuva cai miudinha na rua...
sorrindo e pensando sempre,
do momento presente para a frente.

© Rui De Oliveira Lima













fonte foto: Google Imagens

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