Aquela fracção de segundo,
entre inercia e a extasie.
Momento convalescente entre a nascimento e a morte.
A esflurescência do amanhecer,
o sol, o vento, a chuva forte.
O terpidar de emoções entre o ranger das portas.
As largas melenas ao vento soltas.
As desmedidas medidas.
Para encher alegrias dos
corações sorrindo.
Fabulosas alegrias
pé ante pé,
Pelas horas alheias
percorrendo os pensamentos.
Alegorizando os dias,
para construir rumos e liberar ventos de
paz.
A chuva cai miudinha na rua...
sorrindo e pensando sempre,
do momento presente para a frente.
© Rui De Oliveira Lima
fonte foto: Google Imagens

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